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01-07-2026
AGEVAP participa da 13ª Cúpula Mundial das Bacias da RIOB
A AGEVAP participou da 13ª Cúpula Mundial das Bacias da Rede Internacional de Organismos de Bacia (RIOB/INBO), realizada entre os dias 16 e 19 de junho, no Rio de Janeiro (RJ). O encontro reuniu representantes de governos, instituições de bacias hidrográficas, instituições técnicas, universidades, organizações internacionais e especialistas de diversos países para discutir estratégias voltadas ao fortalecimento da governança das águas diante dos desafios impostos pelas mudanças climáticas.
Com o tema "Governança cooperativa da bacia para a segurança hídrica", a Cúpula promoveu a troca de experiências e boas práticas relacionadas à Gestão Integrada dos Recursos Hídricos (GIRH), abordando temas como adaptação climática, biodiversidade, monitoramento hidrológico, segurança hídrica, economia circular da água, gestão de enchentes, secas e fortalecimento da cooperação entre diferentes territórios e instituições. As atividades ocorreram no Museu de Arte do Rio (MAR) e no Museu do Amanhã, reunindo representantes de organizações de bacias, agências da ONU instituições financeiras e autoridades de cerca de 80 países.
A programação contou com oficinas técnicas, sessões de alto nível e painéis internacionais voltados à construção de soluções para uma gestão hídrica mais resiliente. Entre os principais debates estiveram a modernização dos sistemas de monitoramento dos recursos hídricos, a integração entre cidades e bacias hidrográficas, a conservação da biodiversidade, a adaptação às mudanças climáticas e o uso de fontes alternativas de água como instrumento para ampliar a segurança hídrica.
A AGEVAP teve participação ativa na programação técnica da Cúpula. A diretora-presidente, Aline Alvarenga junto a secretária do Comitê de Integração da Bacia Hidrográfica do Rio Paraíba do Sul (CEIVAP), Aparecida Vargas, apresentaram conjuntamente a trajetória do Comitê em 30 anos de história e o papel de sua secretaria executiva nesse processo. A assessora da diretoria-executiva da AGEVAP, Marina Assis, integrou o painel sobre Adaptação às Mudanças Climáticas em Nível de Bacia Hidrográfica: Controle de Enchentes e Secas, compartilhando experiências relacionadas à atuação da Agência na implementação de instrumentos de gestão e no apoio aos comitês de bacias hidrográficas da bacia do rio Paraíba do Sul. O debate destacou a necessidade de fortalecer o planejamento integrado e desenvolver estratégias capazes de aumentar a resiliência dos territórios frente aos eventos hidrológicos extremos.
A bacia do rio Paraíba do Sul também esteve representada em outros momentos da programação. A presidente do CEIVAP, Ana Asti, participou da sessão sobre segurança hídrica no Brasil e integrou o painel dedicado ao diálogo entre cidades e bacias hidrográficas, reforçando a importância da governança participativa e da articulação entre diferentes setores para garantir a segurança hídrica e o desenvolvimento sustentável.
Um dos momentos mais relevantes da Cúpula foi a transferência da presidência da Rede Internacional de Organismos de Bacia (RIOB) para o Brasil, que exercerá a liderança da organização no período de 2026 a 2028, por meio do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), com a presidência executiva da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA). A conquista representa um importante reconhecimento da experiência brasileira na gestão participativa das águas e amplia as oportunidades de cooperação técnica e a troca internacional entre organismos de bacia.
Com o tema "Governança cooperativa da bacia para a segurança hídrica", a Cúpula promoveu a troca de experiências e boas práticas relacionadas à Gestão Integrada dos Recursos Hídricos (GIRH), abordando temas como adaptação climática, biodiversidade, monitoramento hidrológico, segurança hídrica, economia circular da água, gestão de enchentes, secas e fortalecimento da cooperação entre diferentes territórios e instituições. As atividades ocorreram no Museu de Arte do Rio (MAR) e no Museu do Amanhã, reunindo representantes de organizações de bacias, agências da ONU instituições financeiras e autoridades de cerca de 80 países.
A programação contou com oficinas técnicas, sessões de alto nível e painéis internacionais voltados à construção de soluções para uma gestão hídrica mais resiliente. Entre os principais debates estiveram a modernização dos sistemas de monitoramento dos recursos hídricos, a integração entre cidades e bacias hidrográficas, a conservação da biodiversidade, a adaptação às mudanças climáticas e o uso de fontes alternativas de água como instrumento para ampliar a segurança hídrica.
A AGEVAP teve participação ativa na programação técnica da Cúpula. A diretora-presidente, Aline Alvarenga junto a secretária do Comitê de Integração da Bacia Hidrográfica do Rio Paraíba do Sul (CEIVAP), Aparecida Vargas, apresentaram conjuntamente a trajetória do Comitê em 30 anos de história e o papel de sua secretaria executiva nesse processo. A assessora da diretoria-executiva da AGEVAP, Marina Assis, integrou o painel sobre Adaptação às Mudanças Climáticas em Nível de Bacia Hidrográfica: Controle de Enchentes e Secas, compartilhando experiências relacionadas à atuação da Agência na implementação de instrumentos de gestão e no apoio aos comitês de bacias hidrográficas da bacia do rio Paraíba do Sul. O debate destacou a necessidade de fortalecer o planejamento integrado e desenvolver estratégias capazes de aumentar a resiliência dos territórios frente aos eventos hidrológicos extremos.
A bacia do rio Paraíba do Sul também esteve representada em outros momentos da programação. A presidente do CEIVAP, Ana Asti, participou da sessão sobre segurança hídrica no Brasil e integrou o painel dedicado ao diálogo entre cidades e bacias hidrográficas, reforçando a importância da governança participativa e da articulação entre diferentes setores para garantir a segurança hídrica e o desenvolvimento sustentável.
Um dos momentos mais relevantes da Cúpula foi a transferência da presidência da Rede Internacional de Organismos de Bacia (RIOB) para o Brasil, que exercerá a liderança da organização no período de 2026 a 2028, por meio do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), com a presidência executiva da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA). A conquista representa um importante reconhecimento da experiência brasileira na gestão participativa das águas e amplia as oportunidades de cooperação técnica e a troca internacional entre organismos de bacia.
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